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Performance, SSR e Deploy

1 min de leitura

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Aplicação que funciona localmente ainda não está pronta. Em produção ela precisa carregar bem, lidar com rede real, ser empacotada corretamente e, em alguns casos, renderizar conteúdo no servidor.

Performance no Angular

Comece pelo básico que evita trabalho desnecessário:

  • listas com track
  • rotas carregadas sob demanda
  • componentes menores
  • imagens otimizadas
  • chamadas HTTP sem duplicação
  • partes secundárias carregadas depois com @defer
  • estado derivado com computed em vez de recalcular no template
@defer (on viewport) {
  <app-grafico-progresso />
} @placeholder {
  <p>Carregando gráfico...</p>
}

Também vale entender change detection. Signals ajudam o Angular a saber melhor o que mudou. Componentes bem divididos reduzem o custo de atualização. O problema normalmente não é "Angular é lento"; é app fazendo trabalho demais a cada mudança.

SSR

SSR renderiza a primeira resposta no servidor. Isso pode melhorar primeira renderização, SEO e preview de compartilhamento. Para dashboard interno ou área logada, SPA pura pode ser suficiente.

SSR muda restrições: código que usa window, document ou localStorage precisa considerar que no servidor essas APIs não existem.

Deploy

O build começa aqui:

ng build

Depois disso, a estratégia depende do tipo de app:

  • SPA estática em CDN ou servidor web.
  • App com SSR rodando em Node/adapter suportado.
  • Container com servidor configurado.
  • Plataforma gerenciada com build automático.

Três ideias pra levar deste nó:

  • Build local não é deploy.
  • SSR é decisão de produto e arquitetura.
  • Performance começa com menos trabalho desnecessário.

Dica: rode o build antes de abrir PR grande. Erro de produção às vezes não aparece no ng serve.

No próximo nó, você junta tudo em um dashboard Angular completo.

// recursos

// avaliação da trilha

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