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JavaScript no Servidor

1 min de leitura

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No servidor, JavaScript ganha superpoderes: ler arquivos, falar com a rede, acessar o sistema operacional. Esses poderes vêm dos módulos nativos do Node.js.

O coração da organização é o sistema de módulos ES (ESM):

// utils.js
export function formatarNome(nome) {
  return nome.trim().toUpperCase();
}

// app.js
import { formatarNome } from "./utils.js";
console.log(formatarNome("  ana  ")); // "ANA"

Três módulos nativos que você vai usar o tempo todo:

  • fs - lê e escreve arquivos.
  • path - monta caminhos de arquivo portáveis (/home/... no Linux, C:\... no Windows).
  • http - o módulo de mais baixo nível pra criar um servidor (sem framework).

Exemplo lendo um arquivo JSON local:

import { readFile } from "node:fs/promises";

const dados = await readFile("usuarios.json", "utf8");
const usuarios = JSON.parse(dados);
console.log(usuarios);

Note duas coisas: import (não require) e await direto no top level - ambos funcionam porque o Node suporta ESM moderno. O node: no começo de node:fs é a forma recomendada de importar módulos nativos.

Experimente

// Roda com: node exemplo.mjs
import { readFile } from "node:fs/promises";

const conteudo = await readFile("package.json", "utf8");
const pkg = JSON.parse(conteudo);
console.log(`Projeto: ${pkg.name} v${pkg.version}`);

Dica: arquivos com import/export precisam da extensão .mjs ou ter "type": "module" no package.json. Sem isso, o Node trata como CommonJS.

No próximo, vamos usar o módulo http nativo - e depois o Express por cima dele - pra responder requisições de verdade.

// recursos

// avaliação da trilha

—
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