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.gitignore: O Que o Git Deve Ignorar

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Nem tudo na sua pasta deve entrar no Git. Dependências baixadas (node_modules/), segredos (.env), arquivos gerados na build (dist/) e lixo do sistema (.DS_Store) só poluem o repositório - e, no caso de segredos, são um risco de segurança.

A solução é um arquivo chamado .gitignore na raiz do projeto. Cada linha é um padrão do que o Git deve ignorar - ele nem mostra esses arquivos no git status:

# comentário começa com #
node_modules/        # pasta inteira
*.log                # qualquer arquivo terminando em .log
.env                 # arquivo de variáveis secretas
dist/                # saída de build
.DS_Store            # lixo do macOS

O .gitignore em si entra no repositório (ele é útil para todo mundo do time). Um detalhe que pega iniciante: o .gitignore só afeta arquivos ainda não rastreados. Se você já comitou algo por engano, precisa removê-lo do controle sem apagar do disco:

git rm --cached .env       # para de rastrear, mantém o arquivo local
  • .gitignore lista padrões de arquivos que o Git deve ignorar.
  • Segredos (.env, chaves, tokens) nunca vão pro Git. Ignorados desde o início.
  • Só vale para arquivos não rastreados. Já comitou? Use git rm --cached.
  • Existem templates prontos por linguagem (Node, Python, etc.) - não precisa escrever do zero.

Dica: se um segredo já foi enviado para um repositório remoto, apenas apagá-lo num commit novo não basta - ele continua no histórico. Considere o segredo comprometido e rotacione a chave. Reescrever histórico (nó avançado) ajuda, mas a chave já vazou.

Agora que sabemos o que entra no repo, vamos aprender a navegar no histórico que estamos criando.

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